quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Briga em presídio termina com nove detentos feridos:




Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), tiros e dezenas de policiais militares do 11º, 3º Batalhões da PM e Batalhão de Choque (BPChoque) nas ruas. O clima no início da manhã de ontem, nas proximidades do presídio estadual de Parnamirim, na Grande Natal, era tenso. Isso, devido a um conflito interno entre presos registrado na unidade prisional e que deixou nove presos feridos.

Adriano AbreuHomens dos 11º, 3º de Batalhões e BPChoque foram acionados para entrar no Presídio de ParnamirimHomens dos 11º, 3º de Batalhões e BPChoque foram acionados para entrar no Presídio de Parnamirim
Segundo a direção do presídio, o conflito começou por volta das 6h30, e se limitou ao pavilhão 1. No local, ficam 170 presos, divididos em dois andares. No térreo, ficam os presos comuns. No primeiro andar, estão os que são acusados de estupro ou que precisam ficar isolados dos demais presos, por receber ameaças. O conflito se deu, justamente, quando os presos do térreo conseguiram arrancar a grade que os separam do primeiro andar e espancar os detentos.

O motivo para o espancamento, ainda não se sabe, visto que são três as versões possíveis. A primeira, foi dada pelo coordenador do Sistema Penitenciário Estadual, o major José Deques. “Foi feita uma revista no dia anterior e como foram retirados alguns pertences, como celulares e drogas, os presos ficaram revoltados e fizeram isso para chamar a atenção”, afirmou Deques.

Na revista de segunda-feira, os agentes penitenciários encontraram 20 celulares, quatro facas artesanais e ainda uma certa quantidade de maconha. Outra versão possível para o espancamento foi revelado pelo preso Janilton Xavier, um dos detentos que estava no primeiro andar e que ficou ferido. “Os presos entram dizendo que a gente tinha roubado eles. Mas não tenho nada a ver com isso. Fui proteger meu amigo e acabei ferido”, afirmou ele, que foi atendido pelo Samu, devido a um ferimento na virilha.

Por fim, a versão do diretor do presídio, José Jonailson de Souza. “Eles estavam insatisfeitos com a presença desses presos, acusados de estupro, no mesmo prédio. Aí pela manhã, conseguiram quebrar a grade e invadir o local, para espancar os detentos”, explicou o diretor.

Além da revista, houve a possibilidade de os presos estarem tentando esconder um túnel, que estaria sendo cavado. “Isso foi na semana passada. Recebemos a informação que haveria outro. Até fizemos essa revista por isso, mas não encontramos nada”, afirmou o diretor do presídio.

Independente da motivação, nove presos ficaram feridos na confusão. Eles foram socorridos e encaminhados para os hospitais Deoclécio Marques, em Parnamirim, e Walfredo Gurgel, em Natal. “Agora, já está tudo controlado. Praticamente assim que a Polícia chegou à unidade prisional, os presos pararam de se agredir”, afirmou o major Jair Júnior, comandante do 3º Batalhão da PM. Segundo ele, foram utilizados 100 policiais militares para conter o motim.

Os PMs que ficam lotados na unidade garantindo a segurança na região externa do presídio, só puderam entrar por volta das 9h, quando apareceu a chave da sala onde são guardadas as armas de grosso calibre. “Depois de controlada a situação, fizemos uma revista e encontramos algumas barras de ferro que teriam sido utilizadas pelos presos para o espancamento”, afirmou o diretor do presídio.

Além de Janilton Xavier, os presos que ficaram feridos foram identificados como: Kleber Henrique, João Maria da Silva, Manoel Wanderley Guimarães, Paulo Sérgio da Silva Borges, Reinaldo da Silva Xavier, Clodoaldo Farias da Silva, Carlos Leonardo Acioly Crispim e Rosemberg Ramos da Silva. Ao total, o presídio tem 507 presos, apesar de ter capacidade apenas para 344, segundo o coordenador do Sistema Penitenciário Estadual, major José Deques – algumas fontes informaram ontem que, na verdade, a capacidade do presídio é para 280 detentos.

ESTÁGIO DE HABILITAÇÃO À GRADUAÇÃO DE 3º SARGENTO (QEP) – “JURUNA”


Foi publicado no BG 216, a convocação de 105 cabos por ordem de tempo de serviço e antiguidade, de acordo com o artigo 15, §§ 1º e 2º, alíneas “a”, “b”, e “c”, da Lei Nr. 4.630, de 16 de dezembro de 1976 (Estatuto dos Policiais Militares/RN), que irão freqüentar o Estágio de Habilitação à Graduação de 3º Sargento PM, do Quadro Excedente de Praças.

Os convocados deverão comparecer a JPMS, no Centro Clínico da Polícia Militar, nos dias 24 e 25 de novembro de 2010 (quarta e quinta-feira), às 07 horas, para receberem a guia para a realização dos exames para inspeção de saúde, que constará dos exames abaixo relacionados, cuja apresentação será de responsabilidade do policial-militar:

a) Eletrocardiograma; (acima de 40 anos)
b) Exames Laboratoriais:
1) Hemograma;
2) Glicemia de Jejum;
3) Colesterol Total;
4) Triglicerídeos;
5) Creatinina;
6) Uréia;
7) Ácido Úrico;
8) Sumário de Urina
9) PSA (acima de 40 anos)

A inspeção de saúde será na JPMS, no Centro Clínico da Polícia Militar, às 07 horas, do dia 01 de dezembro de 2010 (quarta-feira), ocasião que os convocados deverão apresentar os resultados dos exames solicitados.

A não realização da inspeção de saúde pela JPMS, no prazo estabelecido, implicará na exclusão do Policial Militar da relação dos convocados para o Estágio de Habilitação à Graduação de Sargento PM.

Os policiais convocados tem mais de 15 anos de serviço e 5 na graduação de cabo.

Alguns cabos da turma 2000-2001  não foram chamados por não terem 15 anos de serviço.

Esta turma é de jurunas e não de combatentes

SOLDADO REJANILDO TEVE SEU CARRO ROUBADO DURANTE A MADRUGADA

O soldado Rejanildo estava com alguns amigos no CAIS 43, na praia de Areia Preta, quando foi vítima de grupo de 6 pessoas armadas.

Os criminosos levaram seu carro, um Palio Cinza, NNJ-9846.

O soldado Rejanildo pertence ao efetivo da 2ª CIA / 9º BPM, sendo bastante respeitado e querido por todos os companheiros, o mesmo coordena uma Campanha Natalina dentro da Polícia Militar, que visa entregar brinquedos às crianças carentes.

SD MOISÉS
O soldado Moisés pertencente à mesma companhia, foi abordado no último sábado a noite por 3 criminosos, quando chegava em casa.

Ao entrar na casa, para roubar os pertences, foi visto que Moisés era policial e que tinha pertencido à ROCAM, o mesmo relatou que apanhou bastante e foi forçado a beber água do sanitário.

Os criminosos fizeram o soldado de refém, e o levaram no seu próprio veículo a uma região de mata fechada.

Ao chegar no local o colocaram de joelhos e deflagraram um tiro em sua nuca, ao cair mijaram em sua cabeça.

Neste momento o soldado fingia que estava morto.

Depois de humilharem, saíram do local.

O soldado Moisés aproveitou o momento e correu para dentro da mata fechada. Ao perceberem que o soldado estava correndo, o três, armados de 12, começaram a atirar na direção do soldado.

Após algumas horas dentro da mata, o soldado conseguiu um refúgio e avisou à polícia.

SUSPEITO ESTÁ PRESO
Na manhã desta terça-feira, 23, os Policiais Rodoviários do GTOR prenderem em uma abordagem, João Maria Porcino Freire, vulgo “BAU”, 30 anos.

O mesmo conduzia uma moto HONDA POP, e estava usando colete e um revólver calibre 38.

Indícios apontam a participação deste cidadão, no caso do Soldado Moisés.

Fonte: caboheronides.blogspot.com

Fiscalização de Trânsito em Marcelino Vieira/RN

Policiais do Grupo Tático Operacional Rodoviário (GTOR) do 4º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual, com sede em Pau dos Ferros/RN, estiveram na manhã de segunda-feira (22) no município de Marcelino Vieira/RN, distante 430 km da capital do Estado, desenvolvendo um trabalho de fiscalização de trânsito, em especial a condução de veículo automotor por parte de adolescente, conforme foi solicitado pelo Poder Judiciário daquela cidade.
Foi possível realizar diversas abordagens, mas segundo os policiais do GTOR, na oportunidade, não foi possível flagrar nenhum adolescente conduzindo veículo. Também foi possível puxar a G1 dos veículos abordados, a fim se saber se tinham alguma queixa de furto ou roubo. A população daquela cidade elogiou o trabalho dos policiais, informando que era preciso que se realizasse tal operação mais vezes.
*Trânsito Pau dos Ferros

terça-feira, 23 de novembro de 2010

HOMEM COMETE SUICÍDIO APÓS TER ASSASSINADO A SUA EX-COMPANHEIRA UM DIA ANTES.

                                                                                                                  informações Catolé News

Após ter cometido o assassinato da companheira Clédina Maria Resende Queiróz, 32 anos, no ultimo domingo (21) o homicida Paulo Targino de Oliveira, 45 anos, tirou sua própria vida se enforcando na tarde de ontem (22) momentos antes do sepultamento do corpo da ex-companheira CLÉDINA, acontecer no final da tarde de ontem no Cemitério Público de Brejo do Cruz (PB), o autor do homicídio teria ido a um local próximo à estrada vicinal por onde passou o cortejo fúnebre, e em seguida, arrependido, ele, (PAULO TARGINO), amarrou uma corda no galho de uma centenária oiticica, e cometeu suicídio por enforcamento.

Um popular que passava próximo a oiticica, e que viu a cena sinistra, comunicou a família, e em seguida a Polícia Militar foi acionada para averiguação do fato.

A notícia do suicídio de Paulo Targino correu feito um rastilho de pólvora pela cidade de Brejo do Cruz, e por ironia do acaso, no instante em que o corpo de Clédina Resende, deixava a Matriz de Nossa Senhora dos Milagres, com destino ao Cemitério Municipal, onde seria sepultado, o rabecão da PM passava com o corpo de Paulo, com destino a UML de Patos.

O sepultamento do agricultor provavelmente ocorrerá na tarde desta terça-feira (23), no mesmo cemitério em que foi sepultada a ex-companheira.

MPF/RN quer garantir segurança nas agências dos Correios

  O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) ajuizou nesta terça-feira (23), uma ação civil pública com o objetivo de garantir que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), juntamente com o Banco Bradesco, adotem as medidas de segurança exigidas às instituições financeiras em todas as unidades que prestem serviço de Banco Postal dentro do estado, conforme estabelece a legislação federal.

Em 2001, as referidas unidades passaram a funcionar como correspondentes bancários do Bradesco, após contrato firmado com a ECT para esse fim. De acordo com a ação, as agências passaram a movimentar considerável volume de dinheiro, sem, contudo, realizar qualquer incremento na segurança física das instalações, despertando a ação de assaltantes. Dados da Polícia Federal e da própria ECT dão conta de que houve aumento significativo no número de assaltos contra agências dos Correios no estado, o que gerou, inclusive, centenas de procedimentos criminais instaurados no MPF/RN.

A Lei Federal nº 7.102/83 determina que qualquer estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores deve possuir sistema de segurança que inclua vigilância armada, alarme, além de outros dispositivos. No entanto, segundo o MPF/RN, a ECT entende que, mesmo atuando como correspondente bancário, não está sujeita às exigências dessa lei. O Banco Bradesco, por sua vez, afirma que, conforme disposto em contrato, a responsabilidade pela segurança das agências é da ECT.

A ação considera tal dispositivo contratual ilícito, uma vez que o banco possui responsabilidade solidária para com a segurança desses estabelecimentos. O procurador da República Rodrigo Telles de Souza, que assina a ação, ressalta, ainda, que "os correspondentes bancários prestam serviços financeiros e, por isso, devem submeter-se às normas de segurança pertinentes. Está claro que as medidas adotadas atualmente pela ECT para resguardar suas agências no RN têm-se mostrado insuficientes", acrescenta o procurador.

Para o procurador, "a persistência da situação de precariedade da segurança das agências no RN propicia a prática de crimes violentos no interior dessas unidades da ECT, ameaçando a vida e a integridade física de inúmeros consumidores, bem como dos próprios funcionários". Dessa forma, a ação do MPF/RN foi proposta com pedido de liminar (em regime de urgência), em virtude do perigo de dano irreparável ou de difícil reparação caso as adequações exigidas não sejam determinadas imediatamente.

Se o pedido for acatado pela Justiça Federal no RN, a ECT e o Bradesco terão um prazo de 120 dias para adotarem as medidas de segurança próprias de instituições financeiras, em relação às agências que funcionem como Banco Postal no RN. Além disso, o MPF/RN requer que o Banco Central do Brasil e a União, por intermédio do Ministério da Justiça, fiscalizem o cumprimento das exigências legais em questão.

Fonte: Ass. de comunicação do MPF/RN