segunda-feira, 15 de agosto de 2011

MOTO HONDA É FURTADA NA PRAÇA BOA ESPERANÇA EM ANTÔNIO MARTINS/RN

Na noite de ontem, domingo (14/08), por volta da 21h00min, a agricultora Cleidivania Cassimiro da Silva, 22 anos, residente no Sítio Frade, zona rural de Martins-RN, teve sua motocicleta furtada na Praça Boa Esperança em Antônio Martins/RN.

Segundo a vítima ela teria estacionou a sua motocicleta Honda CG 125, ano/mod. 1990, cor preta, placa MX 604-RN, em frente à Praça Boa Esperança e adentrou no clube Municipal, sendo que ao retornar para pegar seu veiculo, verificou que a mesma havia sido furtada, comunicou o fato a Policiais Militares local, que imediatamente entraram em diligencias com apoio da guarnição da cidade vizinha, Frutuoso Gomes/RN, mas não obtiveram êxito.


 Por Emidio Sena
*Com as informações de:
Nosso Parana-RN / DPM de Antônio Martins-RN

DELEGACIAS AMANHECEM FECHADAS APÓS RETIRADA DE POLICIAIS MILITARES

Comando da PM determinou que policiais deixem delegacias e voltem para os batalhões.

O Comando da Polícia Militar do Rio Grande do Norte determinou a retirada de delegacias de todos os policiais que estavam atuando em apoio a Polícia Civil. Pelo menos 78 PMs desempenhavam essa função, principalmente, no interior do Estado. Com a determinação, algumas delegacias amanheceram fechadas, como é o caso da Delegacia Regional de Apodi.

A retirada dos policiais militares atende a uma reivindicação do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), e foi estabelecida nesta segunda-feira (15), pelo comandante da PM, coronel Araújo Silva.

No entanto, como a Polícia Civil está presente somente em 40% dos municípios do Rio Grande do Norte, a saída dos PMs abriu uma lacuna e deve dificultar ainda mais. Em Apodi, por exemplo, onde funciona uma Delegacia Regional, o atendimento a população foi suspenso nesta segunda.

Isso porque o delegado Claiton Pinho trabalha apenas com um agente e contava com policiais militares para auxiliar no desenvolvimento dos procedimentos teve que devolver os PMs para o Batalhão.

Por outro lado, a volta dos policiais para os batalhões de origem é uma promessa de reforço no policiamento ostensivo. O problema, de acordo com alguns policiais, é que muitos deles passaram muito tempo dentro de uma delegacia e estariam “desacostumados” com técnicas de patrulhamento, necessitando de uma reciclagem.

Policiais militares cumpriam escalas de policiais civis no interior

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Araújo Silva, disse que a determinação da retirada de 79 policiais militares de delegacias visa reforçar o policiamento ostensivo e combater o desvio de funções. Vários desses policiais estavam cumprindo escala no lugar dos policiais civis.

"Eles estavam deixando de cumprir suas funções de policiamento ostensivo para desempenhar trabalho de polícia judiciária", revela Araújo. De acordo com o comandante, até mesmo em Natal alguns policiais militares estavam a disposição da Delegacia Geral da Polícia Civil.

Todos terão que retornar para os batalhões e vestir suas fardas da PM. Caso contrário, serão submetidos ao corte de ponto ou até mesmo responder a processo disciplinar por deserção.

Segundo foi apurado pela reportagem do Portal BO, a determinação que passou a valer nesta segunda-feira (15) desagradou vários policiais, inclusive, da própria Polícia Civil, que reclama de um prejuízo para as cidades.

"Quanto a isso, cabe ao delegado geral [Fábio Rogério] remanejar seus policiais da melhor maneira possível. O que eu não posso é desviar meus policiais de suas funções", completa coronel Araújo.

FONTE: Portal BO

Procurado pela Justiça do Estado de São Paulo é preso em Riacho de Santana/RN

José Anchieta de Lima, 43 anos de idade, procurado pela Justiça do Estado de São Paulo, foi preso na zona rural de Riacho de Santana/RN.
Segundo informou o Cabo Rosano, José Anchieta estava sendo investigado suspeito de um furto ocorrido há cinco dias na zona rural de Riacho de Santana/RN.
“Após monitoramento e investigações conseguimos reunir provas apontando que ele tinha sido o responsável por um furto praticado na zona rural deste município, ao mesmo tempo foi feito um levantamento através de consulta ao sistema INFOSEG onde constatamos que o mesmo também estava sendo procurado pela Justiça do Estado de São Paulo, acusado de tentativa de homicídio ocorrido no início do ano de 2009, com mandado de prisão preventiva. Após ser abordado ele recebeu voz de prisão e não reagiu, depois de ser interrogado e indiciado ele será transferido para o Centro de Detenção Provisória de Pau dos Ferros/RN”. Disse o Cabo Rosano.
Parece replay, mais não é, esse já é o oitavo foragido da Justiça preso pelo Cabo Rosano e sua equipe em menos de sete meses, sendo seis no município de São Francisco do Oeste/RN e dois em Riacho de Santana/RN.

sábado, 13 de agosto de 2011

Força Nacional substitui policiais e bombeiros em greve no PI


 
Tropas da Força Nacional de Segurança embarcaram na manhã desta sexta-feira para o Piauí com o objetivo de reforçar a segurança no Estado. Desde a última quarta-feira, 340 agentes estaduais de segurança pública estão em greve.

O envio das tropas foi determinado pelo Ministério da Justiça, atendendo a pedido do governador Wilson Martins (PSB). Os policiais saíram de Luziânia (GO) com destino a Teresina. As tropas federais ficarão no Piauí até o fim da greve dos servidores. O ministério informou que o número de agentes da Força Nacional enviados não será divulgado por questões de segurança.

Policiais civis e militares, além de bombeiros e agentes penitenciários, paralisaram as atividades no Piauí. Os grevistas reivindicam reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

O movimento Polícia Legal começou na segunda-feira e é comandado pela Associação de Cabos e Oficiais do Piauí. Como a Policia Militar é proibida de fazer greve, a categoria protesta se recusando a trabalhar de forma precária - casos como de motoristas sem habilitação, militar sem colete a prova de bala, viaturas irregulares e viagens sem diárias.

Os PMs pedem isonomia salarial com a Polícia Civil - salário de R$ 2,5 mil, e não R$ 1,4 mil, vencimento inicial do soldado. Os manifestantes fizerem, na quinta-feira, protesto em frente às Rondas de Naturezas Especiais, grupo de elite no Piauí, e na sede do Corpo de Bombeiros, na avenida Miguel Rosa, Centro de Teresina.

"A presença da Força Nacional não nos intimida e o movimento vai continuar até o governo apresentar uma proposta digna para os militares", afirmou o capitão Evandro Rodrigues, presidente da Associação dos Oficiais. Para evitar prisões de policiais, a entidade buscou assessoria jurídica para ficar de plantão.

O governo afirmou que só negociará com a categoria se eles suspenderem o movimento. O governador disse que os militares tiveram aumento salarial de 11%, acima do funcionalismo, que foi de 7,1%. No Piauí, há 6,8 mil homens na Polícia Militar e, segundo o comando, 90% aderiram ao movimento.

Fonte: Agência Brasil
Via Capitão Assunção

JUIZ MAIS AMEAÇADO DO BRASIL TEM ESCOLTA DE 10 AGENTES FEDERAIS E POSTO POLICIAL EM CASA


Escoltado por dez policiais federais 24 horas por dia e com um posto policial dentro da própria casa, o juiz mais ameaçado do Brasil, Odilon de Oliveira, disse que o assassinato da juíza Patrícia Acióli, de 47 anos, na madrugada de sexta-feira (12) em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, expõe o descaso com a segurança dos magistrados que atuam no combate ao crime organizado.

Patrícia era conhecida por sua atuação rigorosa e tinha um histórico de condenações contra policiais. Apesar de seu nome constar em uma lista de 12 pessoas marcadas para morrer, ela não tinha mais escolta desde 2007. Considerado linha dura, Oliveira perdeu a conta de quantas ameaças sofreu em 13 anos de atuação na área criminal. Ele foi responsável pela condenação do líder da maior facção criminosa do Rio, o traficante Fernandinho Beira Mar.

Titular da 3ª Vara Federal Especializada em Crimes de Lavagem de Dinheiro, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Oliveira coleciona centenas de condenações de traficantes e contrabandistas. Ele também foi responsável por confiscar 80 fazendas, 75 imóveis, aviões, centenas de automóveis, embarcações e dinheiro do crime organizado.

Embora conte com um forte aparato de segurança, o magistrado ressalta que muitos juízes que atuam em varas criminais estão vulneráveis a atentados porque não dispõem de escolta e afirma que o Estado brasileiro atua com descaso no combate ao crime organizado. - Quando um país não tem condições de proteger suas próprias autoridades, imagine a situação da sociedade.Juízes ridicularizados Sem papas na língua, Oliveira denuncia que juízes que se sentem ameaçados e pedem segurança são muitas vezes ´ridicularizados´ pelos tribunais que, segundo ele, também reduzem o efetivo das escoltas frequentemente ´à revelia das próprias autoridades´. - Os próprios tribunais muitas vezes ridicularizam o juiz que se diz ameaçado. Isso é grave e é um descaso muito grande. Eles afirmam: ´porque não acontece com fulano, fulano, fulano e só acontece com você´. A gente encontra esse tipo de cinismo. Oliveira cita como exemplo a morte do juiz Alexandre Martins de Castro, que atuava no combate ao crime organizado e foi assassinado em março de 2003, quando saía de uma academia em Vitória, no Espírito Santo. Ele lembra que, assim como aconteceu com a juíza Patrícia, a escolta do magistrado havia sido reduzida de três policiais para apenas um. Segundo Oliveira, se sentindo abandonado, o juiz de Vitória dispensou a presença do agente.São ameaças concretas. Ninguém ameça ninguém à toa ou passa trote. Isso não existe. São pessoas alheias que ainda não tiveram compreensão da realidade. Não conhecem nem a realidade brasileira ou se deixam levar pelo cinismo. Isso acontece bastante.Ele lembra que a juíza Patrícia Acióli atuava em um ambiente de extremo risco porque ´condenava, prendia e investigava pessoas muito preparadas e familizariadas com a criminalidade, tanto combatendo quanto navegando com o crime. São pessoas destemidas, daí o risco maior´.Agentes de segurança carimbando processos Hoje, os magistrados ameaçados de morte contam com uma segurança temporária feita pela PF (Polícia Federal). No Senado Federal, um projeto de lei, recomendado pela Associação de Magistrados, promete criar uma guarda especializada para garantir a proteção de juízes. Pela proposta, cada tribunal teria segurança própria e seria responsável pelo treinamento dos novos policiais.Oliveira é favorável ao projeto de lei, mas lembra que os tribunais federais já contam com 6.000 agentes concursados para cuidar da segurança dos magistrados e dos fóruns. Entretanto, ele afirma que esse contingente estaria atuando em funções administrativas. - Estão todos carimbando processos. Há um desvio funcional e o Poder Judiciário é responsável por isso. Ironicamente, ao mesmo tempo que condena criminosos a penas de prisão, Oliveira perdeu a liberdade de ir e vir durante 13 dos seus 62 anos. Embora se revele ´decepcionado e magoado´ com o Estado brasileiro, diz que adora o que faz e que pretende continuar trabalhando até ´ser expulso pela aposentadoria compulsória aos 70 anos´. Ele não sabe, no entanto, se vai contar com o aparato de segurança quando se aposentar, daqui a oito anos.


Fonte: R7.com